Juventude e periferia
O hip hop como instrumento de articulação comunitária
De: Mateus de Sá Barreto Barros
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Sinopse
O presente trabalho se propõe a analisar as relações que a(s) juventude(s) possuem em relação ao espaço periférico. Para isso, escolheu-se, como facilitador dessa análise, uma Rede que está presente – ao menos esteve, inicialmente, podendo ter muito mais hoje – em cinquenta e uma comunidades da Região Metropolitana do Recife (RMR). Essa Rede uniu-se com o objetivo de articular grafiteiros(as) da RMR para pautar propostas para articulação nas comunidades periféricas, na perspectiva de consolidar os grupos enredados nas suas respectivas comunidades. Para compreender esse universo, foi preciso compreender o processo histórico ocidental na perspectiva de entender a “invenção da juventude”, sua participação na sociedade e no próprio processo de “desenvolvimento”, tanto na “América Latina” quanto no Brasil. Nessa tentativa de analisar os processos sociais de organizações de minorias étnicas, classes sociais desprivilegiadas foi necessário, quando possível, fazer suas relações com o processo de escravidão, principalmente no que diz respeito ao século XVIII e XIX. Isso porque, o Hip Hop tem suas raízes na década de 40 do século XX, na Jamaica.Ficha Técnica
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