Interpretação e Sobreinterpretação
De: Jonathan Culler, Richard Rorty, Umberto Eco, Christine Brooke-Rose
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Sinopse
"Haverá limites para a interpretação? Serão as intenções do autor relevantes para estabe-lecer esses limites? Deveriam certas leituras ser classificadas como ""sobreinterpretação""? Em torno destas e outras questões reúnem-se aqui algumas das mais eminentes figuras do pensamento actual. Ao longo dos primeiros três capítulos, Umberto Eco expõe o seu ponto de vista de que a ""intenção da obra"" deve estabelecer os limites da interpretação. Esta tese é depois questionada e discutida pelo filósofo Richard Rorty, pelo teórico da literatura Jonathan Culler e pela escritora e crítica literária Christine Brooke-Rose. No capítulo final, Eco dá a réplica à argumentação dos seus críticos. O debate é enquadrado pela Introdução de Stefan Collini, que o situa num contexto histórico e institucional e desenvolve algumas interessantes reflexões. Uma obra essencial pela sua actualidade e alcance, que interessa a todos os que se ocupam dos problemas relacionados com a literatura e com a sua interpretação."Ficha Técnica
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