«Olhar para a Grande Guerra como uma guerra de sobrevivência e expansão
imperiais ajuda a colocar o conflito num contexto espacial e cronológico
mais lato, iniciado com a invasão italiana de territórios otomanos no
norte de África, em 1911. […] O quadro imperial torna também mais fácil ver que a violência em
massa da guerra não acabou como armistício de 1918 e que a violência que
antecedeu Agosto de 1914 pertenceu, na verdade, ao mesmo processo de
realinhamento de padrões de poder e de legitimidade globais.»
Sinopse
[…] O quadro imperial torna também mais fácil ver que a violência em massa da guerra não acabou como armistício de 1918 e que a violência que antecedeu Agosto de 1914 pertenceu, na verdade, ao mesmo processo de realinhamento de padrões de poder e de legitimidade globais.»
Ficha Técnica
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