Muitos caminhos conduzem ao quarto: o sono, o amor, a
meditação, Deus, o sexo, a leitura, a reclusão, querida ou
imposta. Do nascimento à agonia, o quarto é o teatro da
existência, lá onde o corpo sem roupa, nu, cansado, pleno
de desejo, se abandona. Passamos no quarto mais de metade
da nossa vida, a mais carnal, a da insónia, dos pensamentos
vagabundos, do sonho, janela para o inconsciente, senão
para o além.
O quarto é uma caixa, real e imaginária. Quatro paredes,
tecto, soalho, porta, janela estruturam a sua materialidade.
As suas dimensões, a sua decoração variam consoante as
épocas e os meios sociais. Da Antiguidade até aos nossos
dias, Michelle Perrot esboça uma genealogia do quarto, cadinho
da cultura ocidental, e explora algumas das suas formas,
atravessadas pelo tempo: o quarto do rei (luís XIV em
Versalhes), o quarto de hotel, da pensão ao palace, o quarto
conjugal, o quarto de criança, o da jovem, dos domésticos,
ou ainda a do doente e do moribundo. Depois, os diversos
quartos solitários: a cela do religioso, a da prisão, o quarto
do estudante, do escritor.
Ninho e nó, o quarto é uma manta de segredos. Neste livro,
Michelle Perrot contribui para a história dos quartos. Noite e
dia
Sinopse
Muitos caminhos conduzem ao quarto: o sono, o amor, a meditação, Deus, o sexo, a leitura, a reclusão, querida ou imposta. Do nascimento à agonia, o quarto é o teatro da existência, lá onde o corpo sem roupa, nu, cansado, pleno de desejo, se abandona. Passamos no quarto mais de metade da nossa vida, a mais carnal, a da insónia, dos pensamentos vagabundos, do sonho, janela para o inconsciente, senão para o além. O quarto é uma caixa, real e imaginária. Quatro paredes, tecto, soalho, porta, janela estruturam a sua materialidade. As suas dimensões, a sua decoração variam consoante as épocas e os meios sociais. Da Antiguidade até aos nossos dias, Michelle Perrot esboça uma genealogia do quarto, cadinho da cultura ocidental, e explora algumas das suas formas, atravessadas pelo tempo: o quarto do rei (luís XIV em Versalhes), o quarto de hotel, da pensão ao palace, o quarto conjugal, o quarto de criança, o da jovem, dos domésticos, ou ainda a do doente e do moribundo. Depois, os diversos quartos solitários: a cela do religioso, a da prisão, o quarto do estudante, do escritor. Ninho e nó, o quarto é uma manta de segredos. Neste livro, Michelle Perrot contribui para a história dos quartos. Noite e diaFicha Técnica
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