A construção do Mosteiro dos Jerónimos deve-se a Salazar ou ao Marquês de Pombal? O caminho marítimo para a Índia foi descoberto por Gil Vicente ou Mouzinho de Albuquerque? Qual a data exacta do 25 de Abril de 1974? Todas as questões serão respondidas neste volume em que 60% dos factos foram cuidadosamente verificados pelos métodos científicos mais modernos. A leitura perfeita para quem sempre desejou um conhecimento superficial daHistória de Portugal, mas nunca se quis dar ao trabalho. Este livro poderia perfeitamente ser uma História de Portugal. Mas alguém lembrou o autor de que não tem formação para isso... Nem competência. Nem conhecimentos. Nem jeito. Se pormenores sem importânciaimpedem que se faça uma História de Portugal legítima, faça-se então uma História de Portugal em formato Director's Cut. Tal como os filmes que os realizadores alteram para mostrar ao público como teriam ficado se lhes tivesse sido dada liberdade total para mostrar as coisas à sua maneira. E também porque fica sempre bem pôr qualquer coisa em inglês na contracapa de um livro. Dá requinte. Dá "élan". Corporiza o "Zeitgeist". E é quase tão fino como incluir palavras em francês e alemão.
Renato Carreira nasceu no planeta Terra no final do segundo milénio contado a partir do nascimento de Jesus Cristo. Até à data, ninguém o considera messias de...
Sinopse
A construção do Mosteiro dos Jerónimos deve-se a Salazar ou ao Marquês de Pombal? O caminho marítimo para a Índia foi descoberto por Gil Vicente ou Mouzinho de Albuquerque? Qual a data exacta do 25 de Abril de 1974? Todas as questões serão respondidas neste volume em que 60% dos factos foram cuidadosamente verificados pelos métodos científicos mais modernos. A leitura perfeita para quem sempre desejou um conhecimento superficial daHistória de Portugal, mas nunca se quis dar ao trabalho. Este livro poderia perfeitamente ser uma História de Portugal. Mas alguém lembrou o autor de que não tem formação para isso... Nem competência. Nem conhecimentos. Nem jeito. Se pormenores sem importânciaimpedem que se faça uma História de Portugal legítima, faça-se então uma História de Portugal em formato Director's Cut. Tal como os filmes que os realizadores alteram para mostrar ao público como teriam ficado se lhes tivesse sido dada liberdade total para mostrar as coisas à sua maneira. E também porque fica sempre bem pôr qualquer coisa em inglês na contracapa de um livro. Dá requinte. Dá "élan". Corporiza o "Zeitgeist". E é quase tão fino como incluir palavras em francês e alemão.Ficha Técnica
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