Desde
que Portugal entrou no Euro, o crescimento económico foi reduzido ou
inexistente. Este texto demonstra como o Euro prejudicou a economia
portuguesa e porque é necessário abandoná-lo. Contém um Guia para a saída do
Euro. A austeridade é um início, mas nunca um fim em si mesmo, resultando do seu
abuso graves consequências económicas, sociais e políticas. A austeridade é
necessária, mas tem que ser forçosamente complementada por uma política
monetária expansionista.
A saída da crise assenta numa política mista que engloba a injecção de
dinheiro por parte do Banco Central, o abaixamento de impostos, um
proteccionismo deslizante e a reforma real do Estado, criando um Estado
Habilitador, que substituirá o Estado Social, que parece ter acabado. Uma nova Constituição que termine com o poder excessivo dos governos
abolindo o Decreto-lei, reforce a magistratura judicial e crie um Senado com
pessoas sorteadas e não eleitas é fundamental.
Sinopse
A austeridade é um início, mas nunca um fim em si mesmo, resultando do seu abuso graves consequências económicas, sociais e políticas. A austeridade é necessária, mas tem que ser forçosamente complementada por uma política monetária expansionista.
A saída da crise assenta numa política mista que engloba a injecção de dinheiro por parte do Banco Central, o abaixamento de impostos, um proteccionismo deslizante e a reforma real do Estado, criando um Estado Habilitador, que substituirá o Estado Social, que parece ter acabado.
Uma nova Constituição que termine com o poder excessivo dos governos abolindo o Decreto-lei, reforce a magistratura judicial e crie um Senado com pessoas sorteadas e não eleitas é fundamental.
Ficha Técnica
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