"Os jornalistas dirão que a guerra é demasiado importante para ser deixada aos generais, mas reportar a guerra é demasiado importante para ser deixado apenas aos repórteres"". A advertência lançada pelo general Brady em vésperas da guerra do Golfo de 1991 resume, no fundo, toda a problemática abordada neste trabalho. A evolução da cobertura mediática das acções militares, o peso da informação na própria condução dos conflitos armados, o relacionamento entre militares e jornalistas em situações de guerra - eis as grandes questões que inspiram este livro. Dizia Marechal McLuhan que ""se não existisse uma cobertura [mediática], não haveria qualquer guerra"". Face à crescente mediatização dos conflitos militares, (tal como da política) os jornalistas fazem cada vez mais parte da guerra, e os próprios militares cada vez mais apostam na informação como ""arma de guerra"". ""A primeira vítima da guerra é a verdade!"" - o alerta lançado em 1917, em plena Grande Guerra, pelo senador americano Hiran Jameson mantém hoje toda a actualidade. A manipulação é congénita, tanto à arte da guerra como à propaganda e à informação nas suas diversas dimensões. Perceber como é ""trabalhada"" a percepção que nos chega das acções militares é por um isso, mais do que um direito, uma condição de cidadania. Trata-se afinal de dois instrumentos cruciais - e cada vez mais interdependentes -, da gestão do Mundo em que vivemos."
Dedicou boa parte dos seus mais de 25 anos de trabalho como jornalista à cobertura dos conflitos políticos e militares que marcaram as últimas décadas do século...
Sinopse
"Os jornalistas dirão que a guerra é demasiado importante para ser deixada aos generais, mas reportar a guerra é demasiado importante para ser deixado apenas aos repórteres"". A advertência lançada pelo general Brady em vésperas da guerra do Golfo de 1991 resume, no fundo, toda a problemática abordada neste trabalho. A evolução da cobertura mediática das acções militares, o peso da informação na própria condução dos conflitos armados, o relacionamento entre militares e jornalistas em situações de guerra - eis as grandes questões que inspiram este livro. Dizia Marechal McLuhan que ""se não existisse uma cobertura [mediática], não haveria qualquer guerra"". Face à crescente mediatização dos conflitos militares, (tal como da política) os jornalistas fazem cada vez mais parte da guerra, e os próprios militares cada vez mais apostam na informação como ""arma de guerra"". ""A primeira vítima da guerra é a verdade!"" - o alerta lançado em 1917, em plena Grande Guerra, pelo senador americano Hiran Jameson mantém hoje toda a actualidade. A manipulação é congénita, tanto à arte da guerra como à propaganda e à informação nas suas diversas dimensões. Perceber como é ""trabalhada"" a percepção que nos chega das acções militares é por um isso, mais do que um direito, uma condição de cidadania. Trata-se afinal de dois instrumentos cruciais - e cada vez mais interdependentes -, da gestão do Mundo em que vivemos."Ficha Técnica
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