Sobre um autor como Gonzalo Torrente Ballester o que apetece perguntar, de imediato, é como foi possível o leitor português ter ficado privado dele durante tanto tempo. É que só recentemente se atentou na obra espantosa - é o termo - de Ballester, uma das presenças verdadeiramente grandes da literatura espanhola. Este romance que se chama Fragmentos de Apocalipse, mais que multifacetado, tem como protagonista um escritor que constrói um livro e que, nesse processo, vai apresentando constantemente novas alternativas e sugestões, num emaranhado extremamente hábil e sedutor de histórias e experiências que se poderiam dizer centrípetas se este voraz projecto tivesse outro centro que não fosse o da sua magnífica escrita.
Sinopse
Sobre um autor como Gonzalo Torrente Ballester o que apetece perguntar, de imediato, é como foi possível o leitor português ter ficado privado dele durante tanto tempo. É que só recentemente se atentou na obra espantosa - é o termo - de Ballester, uma das presenças verdadeiramente grandes da literatura espanhola. Este romance que se chama Fragmentos de Apocalipse, mais que multifacetado, tem como protagonista um escritor que constrói um livro e que, nesse processo, vai apresentando constantemente novas alternativas e sugestões, num emaranhado extremamente hábil e sedutor de histórias e experiências que se poderiam dizer centrípetas se este voraz projecto tivesse outro centro que não fosse o da sua magnífica escrita.Ficha Técnica
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