Desde tempos imemoriais, os grupos humanos têm criado heróis para neles projetarem os seus ideais e valores, fundamentar a sua existência e problematizar a sua estrutura ética. Desde o semideus antigo ao (anti)herói urbano pós-moderno, as configurações histórico-culturais da figura heróica apresentam-se múltiplas e variadas. O herói tem mil caras. Esta diversidade não impediu porém o reconhecimento de uma estrutura ou morfologia invariante - o monomito, o arquétipo ou o mitologema heróico -, determinada em grande parte pela função do herói nos mitos: fundador e transgressor, ele ou ela instaura a ordem humana pela rutura com a ordem divina.
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