"Maçar o menos possível o meu semelhante, procurando tornar para os que me cercam a existência mais doce, o mundo mais alegre, a sociedade mais justa, tem sido a minha regra particular", assim se definia Ramalho Ortigão, jornalista e folhetinista, que em 1971 dá início à publicação de as Frapas. A feitura desta obra estende-se por cerca de 17 anos: são notas de viagens, apontamentos biográficos, crónicas sobre a vida parlamentar, a religião ou a arte, sobre o quotidiano português, a administração municipal e a saúde pública.
Sinopse
"Maçar o menos possível o meu semelhante, procurando tornar para os que me cercam a existência mais doce, o mundo mais alegre, a sociedade mais justa, tem sido a minha regra particular", assim se definia Ramalho Ortigão, jornalista e folhetinista, que em 1971 dá início à publicação de as Frapas. A feitura desta obra estende-se por cerca de 17 anos: são notas de viagens, apontamentos biográficos, crónicas sobre a vida parlamentar, a religião ou a arte, sobre o quotidiano português, a administração municipal e a saúde pública.Ficha Técnica
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