Eis-nos diante da "paisagem" dramática e tensa deste saboroso Evangelho, apócrifo e canónico em simultâneo, que "narra", da maneira mais heterodoxa possível, a odisseia do homem colocado "só e sem desculpas" perante Deus, do postigo aberto da sua pobre choupana para a Cidade do grande Infi nito. E por essa brecha tanto perpassa a miséria do sofrimento, a secura da fi nitude, do pecado e da culpa, como refulge a luz quente e coada de um espectro de virtudes e de outras bondades, como se fora a rosácea da catedral de Léon, evocada a páginas tantas deste romance surpreendente e "actual". Que o autor deveria dedicar a A. Malraux (ou a tantos demais pensadores de cá e de lá!) como prova provada de que o século XXI começa a ser o religioso que ele apostava ser tudo em vez de nada!
Sinopse
Eis-nos diante da "paisagem" dramática e tensa deste saboroso Evangelho, apócrifo e canónico em simultâneo, que "narra", da maneira mais heterodoxa possível, a odisseia do homem colocado "só e sem desculpas" perante Deus, do postigo aberto da sua pobre choupana para a Cidade do grande Infi nito. E por essa brecha tanto perpassa a miséria do sofrimento, a secura da fi nitude, do pecado e da culpa, como refulge a luz quente e coada de um espectro de virtudes e de outras bondades, como se fora a rosácea da catedral de Léon, evocada a páginas tantas deste romance surpreendente e "actual". Que o autor deveria dedicar a A. Malraux (ou a tantos demais pensadores de cá e de lá!) como prova provada de que o século XXI começa a ser o religioso que ele apostava ser tudo em vez de nada!Ficha Técnica
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