Desde o final dos anos 1980, a questão da ética entrou na esfera da actualidade. Mas pode falar-se de ética em Gestão? Para alguns, isso é um absurdo: por um lado, o mundo dos negócios só obedece à lei do lucro e está isento de interrogações éticas, por outro, não se pode conceber uma ética aplicada. O facto é que as empresas são obrigadas, cada vez mais, a justificar os seus meios de acção e a finalidade das suas actividades. O estudo da relação entre os meios empregues e os fins visados faz, portanto, aparecer uma preocupação de ordem ética, que atravessa todos os domínios da gestão. As empresas são assim levadas a colocar-se questões fundamentais a propósito das suas responsabilidades para com os seus membros e a sociedade. E é esta reflexão, que está no cerne das contradições entre a lógica económica e a lógica social, que se pretende aqui explorar.
Sinopse
Desde o final dos anos 1980, a questão da ética entrou na esfera da actualidade. Mas pode falar-se de ética em Gestão? Para alguns, isso é um absurdo: por um lado, o mundo dos negócios só obedece à lei do lucro e está isento de interrogações éticas, por outro, não se pode conceber uma ética aplicada. O facto é que as empresas são obrigadas, cada vez mais, a justificar os seus meios de acção e a finalidade das suas actividades. O estudo da relação entre os meios empregues e os fins visados faz, portanto, aparecer uma preocupação de ordem ética, que atravessa todos os domínios da gestão. As empresas são assim levadas a colocar-se questões fundamentais a propósito das suas responsabilidades para com os seus membros e a sociedade. E é esta reflexão, que está no cerne das contradições entre a lógica económica e a lógica social, que se pretende aqui explorar.Ficha Técnica
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