Assuntos considerados relevantes na filosofia hegeliana, como propriamente a questão da necessidade e da contingência; da interpretação necessitária de seu sistema como um todo, do livre arbítrio e da eticidade, por exemplo, possuem estreita relação com o tema da liberdade em si. As democracias atuais, por sua vez, começam a repensar o papel da liberdade, e é necessário fazer-se uma reflexão neste sentido. A igualdade surge então como um dos maiores desafios de nosso tempo, o qual implica também na abordagem dos próprios limites da liberdade. Até que ponto a igualdade vem a limitar uma liberdade já garantida? Em que medida a igualdade se opõe aos direitos liberais, os quais se embasam no livre arbítrio como noção de liberdade mesma, e o qual é, para Hegel, apenas um pré-estágio de liberdade? A noção de mediação hegeliana adquire total importância neste aspecto. Seria a igualdade o outro da liberdade? Faria dela parte? A ela estaria subordinada?
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