Em Klut estamos perante uma escrita de fim de século, de mudança
acelerada e de falta de esperança. Deus morreu, a Revolução também e o
mundo tornou-se num local estranho e perigoso. Voltamos aos tempos de
Kafka, de Musil, de Broch ou de Proust. É a memória que funciona
procurando unir os pedaços dispersos pelo tempo que corre, sobretudo
quando o autor se sente ameaçado por inimigos invisíveis que ele não
controla, a velhice, o desencanto do mundo, a falta de sentido das
coisas. Esmerilando Mundividências é um livro para ler em sobressalto,
com a certeza de que não há finais felizes.
Sinopse
Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)