«Há poetas muito intelectuais, poetas muito ciosos, poetas que empurram os limites da poesia, poetas que praticam formas velhas a contrapelo da época, poetas que elaboram uma linguagem poética que só existe em seus poemas, poetas para quem a língua é uma máquina de efeitos, etc. Mas são tão ou mais raros aqueles poetas cuja linguagem atinge um conhecimento íntimo da língua usada, sem ruído espalhafatoso, conseguindo perpassá-la com uma fala viável e fluida, composta de seus diversos extratos em uma amálgama. […] Fabiano Calixto é um desses raros poetas: com um ouvido dos mais atentos à língua falada e à língua escrita no Brasil.» —Do posfácio de Dirceu Villa
A estreia de um poeta brasileiro, nunca antes publicado em Portugal, na Colecção de Poesia dirigida por Pedro Mexia
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