Há muitos anos que escrevo e que as folhas ficam na gaveta ou acabam por ficar esquecidas. Cheguei a uma altura em que pensei que, talvez o que escrevo, possa não só fazer sentido para mim mas também a mais alguém que o possa ler. Ganhei alguns prémios em pequenos concursos de escrita, mas sem dúvida que o melhor prémio, é quando sei e sinto que o que escrevo ajudou, de alguma forma, alguém a criar pontes para sentimentos melhores dentro de si e para com os outros. Muitas vezes, escrevo num tom poético, mas francamente, não sei se lhe possa chamar poesia. Acima de tudo, são emoções que relato, pensamentos que me ficam e acontecimentos que me transformam de alguma forma. Falo principalmente de amor. Falo de amor nas suas variadas condições e formas. Muitas vezes escrevi e escrevo sobre o amor que dói e dessa dor que fica e que, contraditoriamente nos conforta, como que se aqui falasse de uma forma estranha de sentir e vivenciar. Mas o que podemos considerar estranho quando falamos de amor? “Prende-me...nesta eterna liberdade de te sentir voar em mim!
Viajem vertiginosa até ao centro do CAOS que, serenamente me embala na luz que brilha dentro de ti!...” Os textos estão apresentados a começar dos mais antigos aos mais recentes, em datas que vão de 1998 até à data presente. Façam boa viagem na vossa leitura!” Maria João Moreno, autora da obra "Entre o espelho e a imagem reflectida"
Sinopse
Há muitos anos que escrevo e que as folhas ficam na gaveta ou acabam por ficar esquecidas. Cheguei a uma altura em que pensei que, talvez o que escrevo, possa não só fazer sentido para mim mas também a mais alguém que o possa ler. Ganhei alguns prémios em pequenos concursos de escrita, mas sem dúvida que o melhor prémio, é quando sei e sinto que o que escrevo ajudou, de alguma forma, alguém a criar pontes para sentimentos melhores dentro de si e para com os outros. Muitas vezes, escrevo num tom poético, mas francamente, não sei se lhe possa chamar poesia. Acima de tudo, são emoções que relato, pensamentos que me ficam e acontecimentos que me transformam de alguma forma. Falo principalmente de amor. Falo de amor nas suas variadas condições e formas. Muitas vezes escrevi e escrevo sobre o amor que dói e dessa dor que fica e que, contraditoriamente nos conforta, como que se aqui falasse de uma forma estranha de sentir e vivenciar. Mas o que podemos considerar estranho quando falamos de amor? “Prende-me...nesta eterna liberdade de te sentir voar em mim!
Viajem vertiginosa até ao centro do CAOS que, serenamente me embala na luz que brilha dentro de ti!...” Os textos estão apresentados a começar dos mais antigos aos mais recentes, em datas que vão de 1998 até à data presente. Façam boa viagem na vossa leitura!” Maria João Moreno, autora da obra "Entre o espelho e a imagem reflectida"
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