Este livro apareceu pela primeira vez em público em Julho de 2007. O tempo passado é escasso, mas a verdade é que aquela data parece já bem mais distante do que o tempo cronológico deixa entender. De facto, o contexto em que, então, se entendia esta publicação era sobretudo o de uma discussão intelectual dentro da economia, enquanto disciplina. Ora, durante esta súbita aceleração da história em que estamos profundamente mergulhados, produziu-se um resultado de monta de que o livro é beneficiário: as questões mais essenciais da economia invadiram a praça pública, deixaram de estar tão confinadas a redutos académicos, foram postas e puseram-se em questão. Assistiu-se a revisões radicais do que se supunha normalizado e até natural. A economia laicizou-se, publicizou-se.Índice Introdução1. O livro como ensaio institucionalista2. Os interesses de investigação3. A perspectiva4. Instituições, governação e mudança institucional5. O institucionalismo6. O debate, hoje7. Os textosPrimeira Parte Governação, Institucionalismo e Estado: Os genes impuros da economia A Economia Impura: O mundo das instituições e da governação O Institucionalismo Económico: Crónica sobre os saberes da economia O Estado e a Economia: Novas e velhas questões A Economia Constitucional: O Estado e as Instituições na visão de um individualista radical (J. Buchanan) Segunda Parte Evolução e Processo: Europa, Portugal, densidades e relações Europa e Cidades: Governação e densidades político-institucionais Estado, Mercado e Comunidade: A economia portuguesa e a governação contemporânea A Economia Portuguesa: Entre Espanha e as finanças transnacionais Terceira Parte Contextos e Territórios: O processo da vida Diferenciação e Mudança: Do rural ao território Os Lugares e os Contextos: Tempo, espaço e mediações na organização das economias contemporâneas Uma Epistemologia do Território
Sinopse
Este livro apareceu pela primeira vez em público em Julho de 2007. O tempo passado é escasso, mas a verdade é que aquela data parece já bem mais distante do que o tempo cronológico deixa entender. De facto, o contexto em que, então, se entendia esta publicação era sobretudo o de uma discussão intelectual dentro da economia, enquanto disciplina. Ora, durante esta súbita aceleração da história em que estamos profundamente mergulhados, produziu-se um resultado de monta de que o livro é beneficiário: as questões mais essenciais da economia invadiram a praça pública, deixaram de estar tão confinadas a redutos académicos, foram postas e puseram-se em questão. Assistiu-se a revisões radicais do que se supunha normalizado e até natural. A economia laicizou-se, publicizou-se.Índice Introdução1. O livro como ensaio institucionalista2. Os interesses de investigação3. A perspectiva4. Instituições, governação e mudança institucional5. O institucionalismo6. O debate, hoje7. Os textosPrimeira Parte Governação, Institucionalismo e Estado: Os genes impuros da economia A Economia Impura: O mundo das instituições e da governação O Institucionalismo Económico: Crónica sobre os saberes da economia O Estado e a Economia: Novas e velhas questões A Economia Constitucional: O Estado e as Instituições na visão de um individualista radical (J. Buchanan) Segunda Parte Evolução e Processo: Europa, Portugal, densidades e relações Europa e Cidades: Governação e densidades político-institucionais Estado, Mercado e Comunidade: A economia portuguesa e a governação contemporânea A Economia Portuguesa: Entre Espanha e as finanças transnacionais Terceira Parte Contextos e Territórios: O processo da vida Diferenciação e Mudança: Do rural ao território Os Lugares e os Contextos: Tempo, espaço e mediações na organização das economias contemporâneas Uma Epistemologia do TerritórioFicha Técnica
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