Por que na chamada dieta ocidental a comida foi substituída pelos nutrientes, e o bom senso pela confusão - regra geral, os alimentos que ingerimos actualmente não são produtos da natureza, mas sim produtos da ciência alimentar. O resultado é aquilo a que Michael Pollan designa como «o paradoxo americano»: quanto mais nos preocupamos com a nutrição, menos saudáveis parecemos ficar. Neste livro, Em Defesa da Comida, Pollan propõe uma resposta nova (e muito antiga) à questão «o que devemos comer?», que se resume a oito palavras simples, mas libertadoras: Coma comida. Mas não em excesso. Vegetais, sobretudo. O estimulante e eloquente manifesto de Pollan mostra-nos como podemos começar a fazer escolhas alimentares acertadas, que vão melhorar as nossas vidas, proporcionar saúde e trazer de novo o prazer para a mesa.
Sinopse
Por que na chamada dieta ocidental a comida foi substituída pelos nutrientes, e o bom senso pela confusão - regra geral, os alimentos que ingerimos actualmente não são produtos da natureza, mas sim produtos da ciência alimentar. O resultado é aquilo a que Michael Pollan designa como «o paradoxo americano»: quanto mais nos preocupamos com a nutrição, menos saudáveis parecemos ficar. Neste livro, Em Defesa da Comida, Pollan propõe uma resposta nova (e muito antiga) à questão «o que devemos comer?», que se resume a oito palavras simples, mas libertadoras: Coma comida. Mas não em excesso. Vegetais, sobretudo. O estimulante e eloquente manifesto de Pollan mostra-nos como podemos começar a fazer escolhas alimentares acertadas, que vão melhorar as nossas vidas, proporcionar saúde e trazer de novo o prazer para a mesa.
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