A cruz é o mais importante e reconhecível símbolo da civilização Ocidental. Mas quais são as suas origens históricas? Quais são as provas da sua existência física, e - o que é ainda mais controverso - da sua sobrevivência através dos séculos? Um pequeno fragmento de madeira, depositado desde há centenas de anos numa igreja dos arredores de Roma e aí quase ignorado de todos, é bem capaz de deter a resposta para estas interrogações e de vir a revelar-se fundamental para a compreensão da génese do Cristianismo. Os autores deste livro realizaram uma investigação extraordinária - séria, erudita e ousada nas suas conclusões - a respeito desse pequeno pedaço de madeira, e muito centrada num passo ignorado do "Titulus Crucis", a inscrição feita do topo da verdadeira Cruz em que Jesus morreu. Contra a ideia, hoje corrente, de que todas as santas relíquias são falsas, os dois autores acumularam uma série de provas de que aquele fragmento de madeira não só pode efectivamente ser do tempo de Cristo, como foi trazido para Roma pela Rainha Helena, mãe de Constantino o Grande, a qual, segundo a lenda, teria encontrado a Cruz em Jerusalém, no ano de 326, no local onde hoje se ergue a Igreja do Santo Sepulcro.
Sinopse
A cruz é o mais importante e reconhecível símbolo da civilização Ocidental. Mas quais são as suas origens históricas? Quais são as provas da sua existência física, e - o que é ainda mais controverso - da sua sobrevivência através dos séculos? Um pequeno fragmento de madeira, depositado desde há centenas de anos numa igreja dos arredores de Roma e aí quase ignorado de todos, é bem capaz de deter a resposta para estas interrogações e de vir a revelar-se fundamental para a compreensão da génese do Cristianismo. Os autores deste livro realizaram uma investigação extraordinária - séria, erudita e ousada nas suas conclusões - a respeito desse pequeno pedaço de madeira, e muito centrada num passo ignorado do "Titulus Crucis", a inscrição feita do topo da verdadeira Cruz em que Jesus morreu. Contra a ideia, hoje corrente, de que todas as santas relíquias são falsas, os dois autores acumularam uma série de provas de que aquele fragmento de madeira não só pode efectivamente ser do tempo de Cristo, como foi trazido para Roma pela Rainha Helena, mãe de Constantino o Grande, a qual, segundo a lenda, teria encontrado a Cruz em Jerusalém, no ano de 326, no local onde hoje se ergue a Igreja do Santo Sepulcro.Ficha Técnica
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