Este livro ocupa-se de um facto simples e fundamental da vida em sociedade: o consenso – necessário quando os indivíduos querem associar-se, agor de comum acordo, decidir. E é, no entanto, um facto difícil de compreender na sua própria banalidade, bem como na dos processos que o acompanham – discutir, votar – e através dos quais é obtido. Daí a necessidade de conhecer como e porquê os grupos assumem e tomam determinada decisão.Os autores propõem uma teoria das decisões que conduzem ao consenso, evidenciando as regras do diálogo e da interacção enquanto veículo de escolha, e como mais importante do que o volume de conhecimento dos participantes de uma decisão colectiva. O acento tónico desloca-se, assim, da competência dos indivíduos para as suas relações no grupo. Por outro lado, é acentuado o facto de o consenso, quando não há interferência externa, se estabelecer sobre uma das posições extremas e não sobre posições moderadas, propondo-se, por isso, uma reavaliação da forma como funcionam os grupos e da maneira como optam os seus membros.A importância do consenso nas sociedades modernas advém de servir para gerir uma margem de desacordo, permitindo que uma relação ou uma acção em comum se realizem. A incógnita e o que é necessário aprender é sobre que bases se estabelece tal consenso.
Sinopse
Este livro ocupa-se de um facto simples e fundamental da vida em sociedade: o consenso – necessário quando os indivíduos querem associar-se, agor de comum acordo, decidir. E é, no entanto, um facto difícil de compreender na sua própria banalidade, bem como na dos processos que o acompanham – discutir, votar – e através dos quais é obtido. Daí a necessidade de conhecer como e porquê os grupos assumem e tomam determinada decisão.Os autores propõem uma teoria das decisões que conduzem ao consenso, evidenciando as regras do diálogo e da interacção enquanto veículo de escolha, e como mais importante do que o volume de conhecimento dos participantes de uma decisão colectiva. O acento tónico desloca-se, assim, da competência dos indivíduos para as suas relações no grupo. Por outro lado, é acentuado o facto de o consenso, quando não há interferência externa, se estabelecer sobre uma das posições extremas e não sobre posições moderadas, propondo-se, por isso, uma reavaliação da forma como funcionam os grupos e da maneira como optam os seus membros.A importância do consenso nas sociedades modernas advém de servir para gerir uma margem de desacordo, permitindo que uma relação ou uma acção em comum se realizem. A incógnita e o que é necessário aprender é sobre que bases se estabelece tal consenso.Ficha Técnica
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