Vivemos no mundo dos direitos, mas também da sua negação. É espantoso
como toda esta dualidade nos conduz a um estado de alerta permanente, de
eminente intervenção e, no meu caso, de lamento pela distância do meu
país, por as condições me impedirem de atuar, de intervir, de defender
os oprimidos e torturados, de tentar impedir as arbitrariedades que hoje
são cometidas diariamente na Guiné-Bissau.
Sinopse
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