"Deriva" e "compósito" são nomes: factos, estados, coisas. Mas em cada
uma dessas palavras está latente um verbo, a ação que nega o repouso e a
própria identidade do mundo. Nega-se a identidade das coisas por
dispersão - deriva - e concentração - compósito. Ou ainda: de cada vez
um poema impõe a opacidade da sua forma, composto, mas dentro dele os
sentidos multiplicam-se, explodem. A letra é inequívoca, o espírito
surpreendente.
Sinopse
Do posfácio de Pedro Eiras
Ficha Técnica
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