A monotonia do emprego, a solidão e a aparente incapacidade para desenvolver uma relação amorosa estável deprimem Eduardo, que, ainda por cima, tem o azar de ser filho único, sobrinho único, divorciado e pai de um filho com quem se dá mal.De todas estas desgraças compensa-o a amizade de Daniel, seu companheiro de «imperiais», farras e engates. Mas engatar torna-se cada vez mais complicado e, ainda por cima, Daniel apaixona-se a sério e deixa-o pendurado. Resta-lhe o terapeuta, com quem pode desabafar as suas angústias. E Diana.Mas será que estas duas bóias de salvação serão suficientes para o salvar? Depois de Aves do Paraíso e Onda de Choque (publicados nesta mesma colecção), Ana Nobre de Gusmão continua a retratar o país que somos e aquilo que somos enquanto personagens do romance da vida.
Sinopse
A monotonia do emprego, a solidão e a aparente incapacidade para desenvolver uma relação amorosa estável deprimem Eduardo, que, ainda por cima, tem o azar de ser filho único, sobrinho único, divorciado e pai de um filho com quem se dá mal.De todas estas desgraças compensa-o a amizade de Daniel, seu companheiro de «imperiais», farras e engates. Mas engatar torna-se cada vez mais complicado e, ainda por cima, Daniel apaixona-se a sério e deixa-o pendurado. Resta-lhe o terapeuta, com quem pode desabafar as suas angústias. E Diana.Mas será que estas duas bóias de salvação serão suficientes para o salvar? Depois de Aves do Paraíso e Onda de Choque (publicados nesta mesma colecção), Ana Nobre de Gusmão continua a retratar o país que somos e aquilo que somos enquanto personagens do romance da vida.Ficha Técnica
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