Introdução - Filosofia: O Sentido do Darwinismo na Ca(u)sa de Antero de Quental - Darwinismo e História - Darwinismo e Engenharia Social - Conclusões - Bibliografia Darwin em Portugal é uma obra científica e erudita sobre a chegada do naturalista inglês à cultura portuguesa e sobre a adaptação desta à inovadora teoria da descendência com modificações.Confrontada com a revolução científica de Darwin e com os diferentes evolucionismos europeus, particularmente os franceses e os alemães que se afirmam pública e internacionalmente, concorrendo entre si numa luta desigual, a cultura portuguesa não faz opções exclusivistas e fundamentalistas. Antes, revela um modo de ser profundamente original e bem temperado com traços de ironia tão pedagógica como inofensiva. Ironia distante e apaixonada. Prudente e ousada.Darwin visto pela Geração de 70 e por muitos outros vultos da comunidade científica e das elites pensantes do tempo, naturalistas, médicos, juristas, jornalistas e outros, é um Darwin encantador e generoso.Raras vezes aparece como o porteiro dos infernos do Século XX, da luta de raças, da eugenia e do crime... É um Darwin que ri.Até mesmo os anarquistas portugueses da época acharam abrigo no manto protector da luta pela vida e da selecção natural.
Sinopse
Introdução - Filosofia: O Sentido do Darwinismo na Ca(u)sa de Antero de Quental - Darwinismo e História - Darwinismo e Engenharia Social - Conclusões - Bibliografia Darwin em Portugal é uma obra científica e erudita sobre a chegada do naturalista inglês à cultura portuguesa e sobre a adaptação desta à inovadora teoria da descendência com modificações.Confrontada com a revolução científica de Darwin e com os diferentes evolucionismos europeus, particularmente os franceses e os alemães que se afirmam pública e internacionalmente, concorrendo entre si numa luta desigual, a cultura portuguesa não faz opções exclusivistas e fundamentalistas. Antes, revela um modo de ser profundamente original e bem temperado com traços de ironia tão pedagógica como inofensiva. Ironia distante e apaixonada. Prudente e ousada.Darwin visto pela Geração de 70 e por muitos outros vultos da comunidade científica e das elites pensantes do tempo, naturalistas, médicos, juristas, jornalistas e outros, é um Darwin encantador e generoso.Raras vezes aparece como o porteiro dos infernos do Século XX, da luta de raças, da eugenia e do crime... É um Darwin que ri.Até mesmo os anarquistas portugueses da época acharam abrigo no manto protector da luta pela vida e da selecção natural.Ficha Técnica
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