Trigésimo segundo rei de Portugal, D. Pedro V (1837-1861) apenas viveu 24 anos
e reinou seis. Ainda assim, marcou de forma decisiva a história do Portugal
contemporâneo.
Foi durante o seu reinado que se iniciou a Regeneração e Portugal entrou na
modernidade – de que a inauguração do telégrafo e do caminho-de-ferro são
talvez os exemplos mais evidentes.
Ruben Andersen Leitão considerava D. Pedro V o «primeiro homem moderno
do nosso país» e, entre 1947 e 1974, dedicou-lhe nada menos do que dezasseis
obras. Delas faz parte esta breve biografia que é, ainda hoje, um dos retratos
mais penetrantes e completos do Rei Esperançoso, como D. Pedro V foi
cognominado.
Sinopse
Trigésimo segundo rei de Portugal, D. Pedro V (1837-1861) apenas viveu 24 anos e reinou seis. Ainda assim, marcou de forma decisiva a história do Portugal contemporâneo. Foi durante o seu reinado que se iniciou a Regeneração e Portugal entrou na modernidade – de que a inauguração do telégrafo e do caminho-de-ferro são talvez os exemplos mais evidentes. Ruben Andersen Leitão considerava D. Pedro V o «primeiro homem moderno do nosso país» e, entre 1947 e 1974, dedicou-lhe nada menos do que dezasseis obras. Delas faz parte esta breve biografia que é, ainda hoje, um dos retratos mais penetrantes e completos do Rei Esperançoso, como D. Pedro V foi cognominado.Ficha Técnica
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