D. Francisca de Bragança: A Princesa Boémia é um romance
apaixonante inspirado numa cuidada investigação histórica, que
nos dá a conhecer a vida de uma invulgar princesa portuguesa,
que viveu uma longa e ousada história de amor o homem da sua
vida, o o filho do rei de França.
D. Francisca de Bragança nasceu no Rio de Janeiro em 1824, filha
de D. Pedro IV de Portugal e da imperatriz D. Leopoldina da Áustria.
Ficou órfã de mãe aos dois anos de idade, e durante toda a vida
pesou sobre os seus ombros o fantasma da morte da mãe, grávida
do sétimo filho, segundo os rumores assassinada às mãos do próprio
marido.
Aos treze anos, a irreverente princesa conheceu D. Francisco
d’Orléans, filho do rei de França, por quem se apaixonou
perdidamente. Teria de esperar seis anos pelo dia do desejado
casamento, e consequente partida para Paris, onde, agora a
princesa de Joinville, depressa se impôs pela sua beleza, ousadia e
espontaneidade, conquistando o petit nom de Belle Françoise.
Apaixonados e comungando de um ardor pela liberdade, os príncipes
de Joinville entregaram-se a uma vida de boémia, numa Paris que
fervilhava de arte, cultura e conhecimento, privando com intelectuais
e artistas pelos Grands Boulevards e pelas salas de espetáculos.
Apesar das intrigas cortesãs, que atribuíam amantes à princesa e
romances ao seu consorte, e da queda da monarquia francesa, que
obrigou os príncipes a um exílio forçado em Inglaterra, o casal de
príncipes nunca se separou, e viveu um amor puro e cúmplice até ao
fim dos seus dias.
Sinopse
D. Francisca de Bragança nasceu no Rio de Janeiro em 1824, filha de D. Pedro IV de Portugal e da imperatriz D. Leopoldina da Áustria. Ficou órfã de mãe aos dois anos de idade, e durante toda a vida pesou sobre os seus ombros o fantasma da morte da mãe, grávida do sétimo filho, segundo os rumores assassinada às mãos do próprio marido.
Aos treze anos, a irreverente princesa conheceu D. Francisco d’Orléans, filho do rei de França, por quem se apaixonou perdidamente. Teria de esperar seis anos pelo dia do desejado casamento, e consequente partida para Paris, onde, agora a princesa de Joinville, depressa se impôs pela sua beleza, ousadia e espontaneidade, conquistando o petit nom de Belle Françoise.
Apaixonados e comungando de um ardor pela liberdade, os príncipes de Joinville entregaram-se a uma vida de boémia, numa Paris que fervilhava de arte, cultura e conhecimento, privando com intelectuais e artistas pelos Grands Boulevards e pelas salas de espetáculos. Apesar das intrigas cortesãs, que atribuíam amantes à princesa e romances ao seu consorte, e da queda da monarquia francesa, que obrigou os príncipes a um exílio forçado em Inglaterra, o casal de príncipes nunca se separou, e viveu um amor puro e cúmplice até ao fim dos seus dias.
Ficha Técnica
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