D. Carlos, penúltimo rei de Portugal, viveu entre 1863 e 1908. Foi considerado um dos maiores diplomatas do seu tempo, assim o reconheceram países como a Inglaterra, o Brasil, França, Alemanha e Estados Unidos. Para além das funções reais, também se dedicou À pintura e à oceanografia. Procuramos descrever a sua vida, assinalando os principais factos que a mataram. Foi assassinado em pleno Terreiro de Paço, quando regressou de Vila Viçosa. Este assassínio foi esclarecido porque havia grandes interesses em jogo. Daremos, na medida do possível, pistas que levam a algumas conclusões. Deste rei tão contestado por alguns, disse Homem Cristo, um ex-monárquico e ex-republicano daquele tempo: «O rei – insistiremos sempre em o dizer – tinha defeitos. Mas no meio dos seus defeitos foi o político mais inteligente do seu tempo e o único, de todos, que tinha carácter. O único!»
Sinopse
D. Carlos, penúltimo rei de Portugal, viveu entre 1863 e 1908. Foi considerado um dos maiores diplomatas do seu tempo, assim o reconheceram países como a Inglaterra, o Brasil, França, Alemanha e Estados Unidos. Para além das funções reais, também se dedicou À pintura e à oceanografia. Procuramos descrever a sua vida, assinalando os principais factos que a mataram. Foi assassinado em pleno Terreiro de Paço, quando regressou de Vila Viçosa. Este assassínio foi esclarecido porque havia grandes interesses em jogo. Daremos, na medida do possível, pistas que levam a algumas conclusões. Deste rei tão contestado por alguns, disse Homem Cristo, um ex-monárquico e ex-republicano daquele tempo: «O rei – insistiremos sempre em o dizer – tinha defeitos. Mas no meio dos seus defeitos foi o político mais inteligente do seu tempo e o único, de todos, que tinha carácter. O único!»Ficha Técnica
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