"Ao tratar apenas, desta feita, mulheres criminosas, o autor desmitifica o estereótipo do criminoso violento, homicida por excelência de extracção social inferior e despido de sensibilidade, substituindo-o aqui, por figuras, algumas delas gentis, de projecção diversa em estratos sociais bem diferentes, e portadores de uma imaginação prodigiosa capaz, as mais das vezes, de revestir insuspeitados atributos estéticos, a mais horrível das perversidades.
A própria escolha do título da obra não foge ao sentido da insinuação que, originariamente mais próprio das ginjas, se ajusta aqui ao sabor de Marie Madeleine, de Catarine Voisin, de Guilhermina Adelaide ou de Florence Chandler e se casa, uma vez mais, com a capacidade de humor com que Artur Varatojo tem adornado a sua intervenção nos domínios da criminalidade.
Por estas páginas não passa, pois, apenas, o horrível, ainda assim tantas vezes belo, de um mundo no qual a negação absoluta de valores humanos se transforma em projecto de realização pessoal, mas nelas fica também a marca de um homem culto e sensível em cuja companhia vale a pena gastar um pouco do nosso tempo de leitura."A. Laborinho Lúcio
Ex-Ministro da Justiça
Magistrado do Ministério Público no S.T.J.
Sinopse
"Ao tratar apenas, desta feita, mulheres criminosas, o autor desmitifica o estereótipo do criminoso violento, homicida por excelência de extracção social inferior e despido de sensibilidade, substituindo-o aqui, por figuras, algumas delas gentis, de projecção diversa em estratos sociais bem diferentes, e portadores de uma imaginação prodigiosa capaz, as mais das vezes, de revestir insuspeitados atributos estéticos, a mais horrível das perversidades. A própria escolha do título da obra não foge ao sentido da insinuação que, originariamente mais próprio das ginjas, se ajusta aqui ao sabor de Marie Madeleine, de Catarine Voisin, de Guilhermina Adelaide ou de Florence Chandler e se casa, uma vez mais, com a capacidade de humor com que Artur Varatojo tem adornado a sua intervenção nos domínios da criminalidade. Por estas páginas não passa, pois, apenas, o horrível, ainda assim tantas vezes belo, de um mundo no qual a negação absoluta de valores humanos se transforma em projecto de realização pessoal, mas nelas fica também a marca de um homem culto e sensível em cuja companhia vale a pena gastar um pouco do nosso tempo de leitura."A. Laborinho Lúcio Ex-Ministro da Justiça Magistrado do Ministério Público no S.T.J.Ficha Técnica
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