Esta história é sobre um arlequim, o coração e as folhas, conceitos que na tradição simbólico-filosófica têm, cada um deles, uma representação transdimensional. O arlequim encarna o bobo malicioso, astuto, um pouco pateta e leviano até, indeciso e inconstante, sem ideias, princípios ou carácter, mas ansioso pela individualização e personalização humanas. O coração, para quase tudo e todos, ocupa um lugar central e de destaque vital, simbolizando modernamente o amor supremo, quase divino. As folhas, na sua tradução oriental, representam a felicidade, união e acção no mesmo pensamento.Esta história é tudo isso e muito mais. É a celebração da vida, num gesto que se perpetua na eternidade, como uma espiral de folhas-borboletas, rodopiando numa valsa lenta que nunca se extingue, antes recomeça em todos os tempos e em todos os lugares.
Sinopse
Esta história é sobre um arlequim, o coração e as folhas, conceitos que na tradição simbólico-filosófica têm, cada um deles, uma representação transdimensional. O arlequim encarna o bobo malicioso, astuto, um pouco pateta e leviano até, indeciso e inconstante, sem ideias, princípios ou carácter, mas ansioso pela individualização e personalização humanas. O coração, para quase tudo e todos, ocupa um lugar central e de destaque vital, simbolizando modernamente o amor supremo, quase divino. As folhas, na sua tradução oriental, representam a felicidade, união e acção no mesmo pensamento.Esta história é tudo isso e muito mais. É a celebração da vida, num gesto que se perpetua na eternidade, como uma espiral de folhas-borboletas, rodopiando numa valsa lenta que nunca se extingue, antes recomeça em todos os tempos e em todos os lugares.Ficha Técnica
- Actualmente 0 estrelas
- 1
- 2
- 3
- 4
- 5
(0 comentários dos leitores)