Os movimentos sociais vêm sendo reconhecidos como sujeitos produtores – não meros consumidores – de conhecimentos, ao problematizar e transformar o contexto sociocultural e ambiental em que se constituem. Neste sentido, a busca por compreender e enfrentar desafios locais e planetários interpela universidades a estabelecer diálogo crítico e relações de parceria com os agentes sociais. Desta relação entre universidade e movimentos sociais surge um novo modelo de produção de conhecimento e de educação que estamos chamando de Conversidade. O livro apresenta experiências realizadas por universidades brasileiras ao se articularem com movimentos sociais; focaliza novas perspectivas epistemológicas emergentes em atividades de extensão universitária em educação popular; analisa desafios interculturais emergentes na formação de educadores para a educação inclusiva e formula categorias que permitem entender e mobilizar a complexidade da prática educacional.
Sinopse
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