Deana Barroqueiro, qual cronista da época, mergulha-nos num mundo de cor, de cheiros, de crueldade, de desejos, em que as figuras do Velho Testamento surgem imensamente humanas, através de uma escrita rica e sensual que se apodera de nós e nos envolve num turbilhão, da primeira à última página. Embora sejam personagens masculinos a surgir nos títulos de todos os contos, são as figuras femininas, com a sua força, subterrânea mas poderosa, quem verdadeiramente vai tecendo a trama dos dias. Sarai e Judite, Agar e Rute lutam à sua maneira e, numa sociedade em que tudo lhes é negado e onde ocupam o lugar mais humilde, conseguem afirmar-se pela coragem, pela determinação, pelos ardis e pelo jogo sensual delicadamente construído pela autora. Estes Contos do Velho Testamento sacodem energicamente o pó de uma escrita intocada e trazem-nos para mais perto os personagens, na sua estatura bravia e rude, com os defeitos e qualidades de todos nós...
Sinopse
Deana Barroqueiro, qual cronista da época, mergulha-nos num mundo de cor, de cheiros, de crueldade, de desejos, em que as figuras do Velho Testamento surgem imensamente humanas, através de uma escrita rica e sensual que se apodera de nós e nos envolve num turbilhão, da primeira à última página. Embora sejam personagens masculinos a surgir nos títulos de todos os contos, são as figuras femininas, com a sua força, subterrânea mas poderosa, quem verdadeiramente vai tecendo a trama dos dias. Sarai e Judite, Agar e Rute lutam à sua maneira e, numa sociedade em que tudo lhes é negado e onde ocupam o lugar mais humilde, conseguem afirmar-se pela coragem, pela determinação, pelos ardis e pelo jogo sensual delicadamente construído pela autora. Estes Contos do Velho Testamento sacodem energicamente o pó de uma escrita intocada e trazem-nos para mais perto os personagens, na sua estatura bravia e rude, com os defeitos e qualidades de todos nós...Ficha Técnica
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