bem verdade, Deus seja louvado, que o primeiro que passava as noites a conversar foi Alexandre o Grande. Rodeava-se de pessoas que o entretinham e lhe contavam histórias. Não era tanto o prazer o que ele buscava, o seu desejo era aprendê-las de cor e conservá-las. Por este motivo os reis que se lhe seguiram ordenaram que se compilassem o Livro dos Mil Contos.»Muhammad ibn Ishaq, Kitab al-Fihrist O autor dos Contos do Androthélys, inspirando-se num modelo narrativo que vem da mais remota antiguidade — as compilações de contos de assombrar, desde o Panchatantra da tradição hindu ao Si-Yeu-Ki ou Contos do Macaco Peregrino da tradição chinesa — divertiu-se a compor uma narrativa seriada em «prateleiras combinatórias», se assim se podem chamar os «contos» que a constituem. Mas atenção: Contos do Androthélys não é só um livro fantástico-jocoso. É um livro de segredos. Revela alguns, esconde muitos, mas nada oculta: A chave encontra-se nele próprio.
Sinopse
bem verdade, Deus seja louvado, que o primeiro que passava as noites a conversar foi Alexandre o Grande. Rodeava-se de pessoas que o entretinham e lhe contavam histórias. Não era tanto o prazer o que ele buscava, o seu desejo era aprendê-las de cor e conservá-las. Por este motivo os reis que se lhe seguiram ordenaram que se compilassem o Livro dos Mil Contos.»Muhammad ibn Ishaq, Kitab al-Fihrist O autor dos Contos do Androthélys, inspirando-se num modelo narrativo que vem da mais remota antiguidade — as compilações de contos de assombrar, desde o Panchatantra da tradição hindu ao Si-Yeu-Ki ou Contos do Macaco Peregrino da tradição chinesa — divertiu-se a compor uma narrativa seriada em «prateleiras combinatórias», se assim se podem chamar os «contos» que a constituem. Mas atenção: Contos do Androthélys não é só um livro fantástico-jocoso. É um livro de segredos. Revela alguns, esconde muitos, mas nada oculta: A chave encontra-se nele próprio.Ficha Técnica
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