Se o leitor é bom em testes de escolha múltipla, pode considerar-se esperto. Mas ser inteligente é mais do que isso. A inteligência envolve um aspecto criativo, que faz com que se inventem coisas «automaticamente». Como disse Piaget, a inteligência é o que se utiliza quando não se sabe o que fazer, quando nenhuma resposta parece adequada.Este livro tenta analisar de que modo a nossa vida intelectual se desenvolve à medida que passamos de um tópico a outro, conforme criamos ou rejeitamos alternativas. Baseia-se em estudos sobre inteligência realizados por psicólogos, mas utiliza também as pesquisas da Etologia, da Biologia Evolutiva, da Linguística e da Neurociência.Em Como Pensa o Cérebro, William Calvin faz também um importante alerta sobre o desenvolvimento de uma inteligência superior à da actual humanidade. Para ele, é nossa obrigação, como criadores sensíveis à fragilidade do mundo, manter de pé o castelo de cartas a que chamamos civilização.
Sinopse
Se o leitor é bom em testes de escolha múltipla, pode considerar-se esperto. Mas ser inteligente é mais do que isso. A inteligência envolve um aspecto criativo, que faz com que se inventem coisas «automaticamente». Como disse Piaget, a inteligência é o que se utiliza quando não se sabe o que fazer, quando nenhuma resposta parece adequada.Este livro tenta analisar de que modo a nossa vida intelectual se desenvolve à medida que passamos de um tópico a outro, conforme criamos ou rejeitamos alternativas. Baseia-se em estudos sobre inteligência realizados por psicólogos, mas utiliza também as pesquisas da Etologia, da Biologia Evolutiva, da Linguística e da Neurociência.Em Como Pensa o Cérebro, William Calvin faz também um importante alerta sobre o desenvolvimento de uma inteligência superior à da actual humanidade. Para ele, é nossa obrigação, como criadores sensíveis à fragilidade do mundo, manter de pé o castelo de cartas a que chamamos civilização.Ficha Técnica
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