A literatura policial proporciona-nos uma satisfação que nos é constantemente negada nas nossas vidas e este livro apresenta para vosso entretenimento uma vasta colectânea de histórias policiais e de suspense escritas por mulheres. Como irão reparar, esta colectânea inclui nomes estreitamente associados à escrita policial – Dorothy L. Sayers, Minette Walters, Sue Grafton, Patricia Highsmith e outras – a par de outros que normalmente não são relacionados com a escrita de policiais, como o de Nadine Gordimer e Joyce Carol Oates. «Tentei reunir um conjunto tão vasto quanto possível de autoras, porque só ele reflecte as minhas maiores convicções acerca da escrita policial. Ou seja, que a escrita policial não tem que ser considerada um género literário. Ela não se restringe à existência de alguns executantes medianamente talentosos. E mais importante ainda, é de facto algo que pode resistir, e resistirá, como sempre resistiu, à prova do tempo.» Esta colectânea de autoras ilustra essa mesma filosofia: escrever aquilo que se quer e fazê-lo bem. Algumas fizeram-no, morreram e alcançaram um pouco de imortalidade. As restantes continuam vivas, escrevendo ainda, à espera para ver que destino o tempo lhes reserva. Todas partilham de um mesmo desejo de estudar e analisar o comportamento da humanidade perante uma situação-limite. A situação-limite corresponde ao crime cometido. E a história é o modo como as personagens lidam com essa situação-limite.
Sinopse
A literatura policial proporciona-nos uma satisfação que nos é constantemente negada nas nossas vidas e este livro apresenta para vosso entretenimento uma vasta colectânea de histórias policiais e de suspense escritas por mulheres. Como irão reparar, esta colectânea inclui nomes estreitamente associados à escrita policial – Dorothy L. Sayers, Minette Walters, Sue Grafton, Patricia Highsmith e outras – a par de outros que normalmente não são relacionados com a escrita de policiais, como o de Nadine Gordimer e Joyce Carol Oates. «Tentei reunir um conjunto tão vasto quanto possível de autoras, porque só ele reflecte as minhas maiores convicções acerca da escrita policial. Ou seja, que a escrita policial não tem que ser considerada um género literário. Ela não se restringe à existência de alguns executantes medianamente talentosos. E mais importante ainda, é de facto algo que pode resistir, e resistirá, como sempre resistiu, à prova do tempo.» Esta colectânea de autoras ilustra essa mesma filosofia: escrever aquilo que se quer e fazê-lo bem. Algumas fizeram-no, morreram e alcançaram um pouco de imortalidade. As restantes continuam vivas, escrevendo ainda, à espera para ver que destino o tempo lhes reserva. Todas partilham de um mesmo desejo de estudar e analisar o comportamento da humanidade perante uma situação-limite. A situação-limite corresponde ao crime cometido. E a história é o modo como as personagens lidam com essa situação-limite.Ficha Técnica
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