Este texto inaugura uma nova Coleção do nosso Catálogo: «Sinais de
fronteira». Não foi ocasional a circunstância de ser este o texto para
esta inauguração. Será mais acertado dizer que este foi o texto que
«forçou» a criação de uma nova Coleção. Fronteira, aqui, não pretende
estabelecer o limite protetor, mas sim, indicar a porta aberta à
opinião, a textos que problematizem, com vista a encontrar soluções, com
vista a indicar hipóteses, com vista a construir entendimentos. Não
favorecemos opiniões unívocas, ainda que tendamos a encontrar caminhos
de união. Sabemos quanto vale a diversidade de que somos feitos, que nos
permite angulares mais abrangentes (curiosamente, nesta data,
inaugurámos também uma outra coleção - «Grande angular»).
Joaquim Franco faculta-nos, nestas páginas, vários flashes (clarões)
produzidos pelo seu especial olhar, em alguns momentos da nossa
História, mas também da sua riquíssima história de repórter e cronista
reconhecido. O prefaciador - o professor Sampaio da Nóvoa - ao
contrastar aquilo que afirma ser «a expressão maior de desumanidade» -
«a indiferença perante o sofrimento e as desigualdades que NÃO PODEMOS
CALAR» -, com a intervenção cívica a que estas crónicas fazem jus, põe
em relevo a importância dos textos que, aqui, Com franqueza… se oferecem
ao leitor.
Sinopse
Ficha Técnica
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