Camilo Pessanha, este grande ritmista” (como foi apelidado por Mário de Sá-Carneiro) escreveu um dos mais belos livros de poesia portuguesa de sempre e foi elogiado por grandes nomes da literatura como Fernando Pessoa, constituindo um marco para a geração de Orpheu e para o Modernismo.Clepsydra é o único livro de Camilo Pessanha, no qual se reúne a sua extraordinária obra poética, representativa do movimento literário do Simbolismo. Neste relógio de água dilui-se o tempo, como se da própria vida se tratasse e a cada estrofe sentimos a vida desvanecer-se, até à derradeira: Ó Morte, vem depressa… / Acorda, vem depressa, / Acode-me depressa, / Vem-me enxugar o suor, / Que o estertor começa. / É cumprir a promessa. / Já o sonho começa… / Tudo vermelho em flor…”Camilo Pessanha exalta a existência, o amor, a morte, o esquecimento, num ambiente de Outono e de crepúsculo. Poesia de ritmo inovador e teor dramático, que dá origem a uma nova musicalidade: Porque o melhor, enfim, / É não ouvir nem ver... / Passarem sobre mim / E nada me doer!”
Sinopse
Camilo Pessanha, este grande ritmista” (como foi apelidado por Mário de Sá-Carneiro) escreveu um dos mais belos livros de poesia portuguesa de sempre e foi elogiado por grandes nomes da literatura como Fernando Pessoa, constituindo um marco para a geração de Orpheu e para o Modernismo.Clepsydra é o único livro de Camilo Pessanha, no qual se reúne a sua extraordinária obra poética, representativa do movimento literário do Simbolismo. Neste relógio de água dilui-se o tempo, como se da própria vida se tratasse e a cada estrofe sentimos a vida desvanecer-se, até à derradeira: Ó Morte, vem depressa… / Acorda, vem depressa, / Acode-me depressa, / Vem-me enxugar o suor, / Que o estertor começa. / É cumprir a promessa. / Já o sonho começa… / Tudo vermelho em flor…”Camilo Pessanha exalta a existência, o amor, a morte, o esquecimento, num ambiente de Outono e de crepúsculo. Poesia de ritmo inovador e teor dramático, que dá origem a uma nova musicalidade: Porque o melhor, enfim, / É não ouvir nem ver... / Passarem sobre mim / E nada me doer!”Ficha Técnica
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