«Eu vivi em muitos
lugares, e de um deles tenho a ideia estranha de que lá vivi por necessidade da
minha iniciação no fantástico. Era uma terra perdida, ao norte de Bagunte, nome
já por si cancioneiro e razoável de eficácia romântica. A casa em ruínas, com
uma nogueira centenária no pátio interior, favorecia os improvisos da
imaginação.» - escreveu Agustina em 1966. E, na verdade, quer a casa em ruínas,
quer os lugares circundantes da Cividade, foram descritos em diversos textos:
no conto inédito «Colar de Flores Bravias» (1947), nos romances «Homens e
Mulheres» (1966), e «Antes do Degelo» (2004), na história infantil «O Soldado
Romano» (2003) e, como unidade temática, nesta «Cividade» (1951).
Sinopse
Ficha Técnica
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