Cinco Mil Anos de Cultura a Oeste - Etno-história da religião popular numa região da Estremadura Fechar

Cinco Mil Anos de Cultura a Oeste - Etno-história da religião popular numa região da Estremadura

De: Moisés Espirito Santo

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Sinopse

Numa quadrícula da Estremadura (concelhos de Nazaré, Alcobaça, Rio Maior, Porto de Mós, Batalha e Leiria) tomando por guião a religião popular (que é ancestral e imorredoura) e a toponímia (libertada dos estereótipos latinistas e arabistas), o autor põe a claro estratos da cultura lusitano-fenícia (ou lusitano-púnica) que foi tabu académico até aos anos 80 do século XX (proíbido investigar). A partir duma capela à Senhora da Luz, perto de Aljubarrota e do que foi o porto lusitano-fenício de Cós, deparamo-nos com um santuário megalítico à Lua (ainda quase intacto) e com resquícios do mito da Descida de Istar aos Infernos referente aos mistérios de Istar/Ísis (a Lua). A Lua foi uma das expressões da Magna Mater dos lusitanos (ainda invocada há trinta anos) de onde provêm a Senhora da Conceição popular e a Senhora dos Prazeres (nome que não teve relação com gozos). De fio a fio, descobre-se que a história da Senhora da Nazaré é a tradução dum poema épico fenício escrito no século XV a.C., que a lenda de Santo Amaro procede da Epopeia de Guilgamesh e que das mesmas paragens vieram outros deuses que deram os cultos populares de S. Brás, S. Bartolomeu, Santo António, Santa Susana, S. João (e a Moura Encantada)... Com uma digressão pelas fontes da região, ficamos a saber que algumas – pelos seus nomes – já foram lusitanas: ora de casamentos, ora medicinais e uma, até, em memória da aparição da deusa Istar a uma rapariga. De lugar em lugar, por entre mitos e arqueossítios, emerge um vasto rol de descobertas como, por exemplo, a lenda da Padeira de Aljubarrota que foi um ditote lusitano-fenício/púnico referente a ladrões de celeiros, extraído do nome da terra. No fim da caminhada descobre-se uma rede de silos de cereais escavados na rocha (afro-orientais, da civilização púnica). E como esta cultura veio pelo mar, atente-se a como a gíria dos marujos portugueses foi a linguagem técnica dos mareantes acádico-fenícios.  

Ficha Técnica

  • Editora: Assírio & Alvim
  • Colecção: Lusitânia
  • Data de Publicação: 2005
  • Encadernação: Capa Mole - 480 páginas páginas
  • Idioma: Português
  • ISBN: 9789723709506
  • Dimensões do livro: -
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Moisés Espirito Santo

Moisés Espirito Santo

Nasceu em 1934 na freguesia da Batalha, de uma família de agricultores. Depois de trabalhar em vários...
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