Ciência e poesia existem nas coisas que nos cercam, à espera de mentes
curiosas como as das crianças, que vivem intensamente cada momento. Qual a criança que não se encanta com o arco-íris, com as folhas que
dançam ao sabor do vento ou as bolas de sabão que flutuam no ar? Qual a criança que não levanta questões ao ver-se "reproduzida" num
espelho, ao ver que o Sol se esconde de noite, a Lua se esconde de dia e
que há corpos que flutuam e outros não? Neste livro, de uma maneira simples, quase divertida, a autora alia a
imaginação poética ao rigor científico, sem esquecer a sensibilização
para os problemas ambientais.
(...) Já muito se tem feito para motivar para a ciência os nossos
petizes. Como bem mostra Regina Gouveia, a poesia é um meio onde com o
qual se pode fazer ainda mais... (...) a imaginação poética surge aliada
ao rigor científico numa linguagem muito simples. Onde é que já vimos
isso? Pois o nome de António Gedeão, pseudónimo poético de Rómulo de
Carvalho, também ele professor de Física do secundário, vem-nos à
memória. Carlos Fiolhais in As Artes entre as letras, nº51, página 20
(...) a formação científica da autora transparece, como em António Gedeão, na obra poética. Doutor Ferreira da Silva, catedrático jubilado da FCUP
(...) destaco a beleza da sua escrita, onde a ciência é introduzida
subtilmente, mas de forma rigorosa e adequada a públicos mais jovens. Professora Doutora Nilza Costa, catedrática da Universidade de Aveiro
De uma maneira simples, espontânea, quase divertida, mas sem
sacrificar o rigor científico, alerta as crianças para a observação de
fenómenos físicos e sensibiliza-as para problemas ambientais. Prof. Dr.ª Maria de Fátima Pinheiro, professora associada na FCUP
Sinopse
Qual a criança que não se encanta com o arco-íris, com as folhas que dançam ao sabor do vento ou as bolas de sabão que flutuam no ar?
Qual a criança que não levanta questões ao ver-se "reproduzida" num espelho, ao ver que o Sol se esconde de noite, a Lua se esconde de dia e que há corpos que flutuam e outros não?
Neste livro, de uma maneira simples, quase divertida, a autora alia a imaginação poética ao rigor científico, sem esquecer a sensibilização para os problemas ambientais.
(...) Já muito se tem feito para motivar para a ciência os nossos petizes. Como bem mostra Regina Gouveia, a poesia é um meio onde com o qual se pode fazer ainda mais... (...) a imaginação poética surge aliada ao rigor científico numa linguagem muito simples. Onde é que já vimos isso? Pois o nome de António Gedeão, pseudónimo poético de Rómulo de Carvalho, também ele professor de Física do secundário, vem-nos à memória.
Carlos Fiolhais in As Artes entre as letras, nº51, página 20
(...) a formação científica da autora transparece, como em António Gedeão, na obra poética.
Doutor Ferreira da Silva, catedrático jubilado da FCUP
(...) destaco a beleza da sua escrita, onde a ciência é introduzida subtilmente, mas de forma rigorosa e adequada a públicos mais jovens.
Professora Doutora Nilza Costa, catedrática da Universidade de Aveiro
De uma maneira simples, espontânea, quase divertida, mas sem sacrificar o rigor científico, alerta as crianças para a observação de fenómenos físicos e sensibiliza-as para problemas ambientais.
Prof. Dr.ª Maria de Fátima Pinheiro, professora associada na FCUP
Ficha Técnica
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