Este livro estuda essencialmente o pensamento do fundador da Universidade Católica Portuguesa, o Cardeal Cerejeira, do ponto de vista da modernidade do seu pensamento epistemológico e da sua importância para o estudo do relacionamento entre a Ciência e a Religião, sendo também uma chave de leitura para o pensamento eclesial e a acção pastoral do cardeal.Tomando a sua obra «A Igreja e o Pensamento Contemporâneo», o Professor Sebastião Formosinho traça o contexto da época que viu nascer aquele livro e realça a modernidade e as implicações antropológicas do pensamento de Cerejeira, apresentando os seus traços precursores de uma certa epistemologia moderna. Sebastião J. Formosinho é presidente do Centro Regional das Beiras da Universidade Católica Portuguesa e professor catedrático de Química da Universidade de Coimbra. Doutorado em Química pela Universidade de Londres, é autor de cerca de 150 publicações científicas em revistas da especialidade. Foi galardoado com o prémio Artur Malheiros da Academia das Ciências, a medalha Ferreira da Silva da Sociedade Portuguesa de Química e o Prémio Gulbenkian da Ciência. É igualmente autor de textos no domínio das relações entre a ciência e a religião, sendo co-autor, com Oliveira Branco, de duas vastas obras neste campo: O Brotar da Criação e A Pergunta de Job.
Sinopse
Este livro estuda essencialmente o pensamento do fundador da Universidade Católica Portuguesa, o Cardeal Cerejeira, do ponto de vista da modernidade do seu pensamento epistemológico e da sua importância para o estudo do relacionamento entre a Ciência e a Religião, sendo também uma chave de leitura para o pensamento eclesial e a acção pastoral do cardeal.Tomando a sua obra «A Igreja e o Pensamento Contemporâneo», o Professor Sebastião Formosinho traça o contexto da época que viu nascer aquele livro e realça a modernidade e as implicações antropológicas do pensamento de Cerejeira, apresentando os seus traços precursores de uma certa epistemologia moderna. Sebastião J. Formosinho é presidente do Centro Regional das Beiras da Universidade Católica Portuguesa e professor catedrático de Química da Universidade de Coimbra. Doutorado em Química pela Universidade de Londres, é autor de cerca de 150 publicações científicas em revistas da especialidade. Foi galardoado com o prémio Artur Malheiros da Academia das Ciências, a medalha Ferreira da Silva da Sociedade Portuguesa de Química e o Prémio Gulbenkian da Ciência. É igualmente autor de textos no domínio das relações entre a ciência e a religião, sendo co-autor, com Oliveira Branco, de duas vastas obras neste campo: O Brotar da Criação e A Pergunta de Job.
Ficha Técnica
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