Estas narrativas – escritas pelo mais recente Prémio Camões ao longo de 40 anos e já com várias edições no Brasil – partem de um pressuposto: a invenção de um novo espaço onde algo se desenrola. O “espaço” é a cidade, inventada como bem refere o título, e o “algo” é o estranho, o equívoco, o verdadeiro ou o absurdo – todo baseado num domínio prefeito e inovador da linguagem, como é apanágio deste escritor maior da lusofonia.Prémio Camões em 2010, nomeado para o Prémio Nobel, por duas vezes vencedor do Jabuti, Ferreira Gullar é considerado unanimemente o mais importante poeta vivo brasileiro. Estas narrativas vêm não só confirmar esta afirmação (tudo o que es-creve é, de alguma forma, poesia) como alargar e estabelecer a sua importância no domínio da ficção e, em outros livros, do ensaio.Na Babel tem publicado Poema Sujo, Em Alguma Parte Alguma e Rabo de Foguete, estando prevista para o próximo ano a edi-ção da maior parte da sua obra ainda inédita em Portugal.
Sinopse
Estas narrativas – escritas pelo mais recente Prémio Camões ao longo de 40 anos e já com várias edições no Brasil – partem de um pressuposto: a invenção de um novo espaço onde algo se desenrola. O “espaço” é a cidade, inventada como bem refere o título, e o “algo” é o estranho, o equívoco, o verdadeiro ou o absurdo – todo baseado num domínio prefeito e inovador da linguagem, como é apanágio deste escritor maior da lusofonia.Prémio Camões em 2010, nomeado para o Prémio Nobel, por duas vezes vencedor do Jabuti, Ferreira Gullar é considerado unanimemente o mais importante poeta vivo brasileiro. Estas narrativas vêm não só confirmar esta afirmação (tudo o que es-creve é, de alguma forma, poesia) como alargar e estabelecer a sua importância no domínio da ficção e, em outros livros, do ensaio.Na Babel tem publicado Poema Sujo, Em Alguma Parte Alguma e Rabo de Foguete, estando prevista para o próximo ano a edi-ção da maior parte da sua obra ainda inédita em Portugal.
Ficha Técnica
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