A faixa territorial de várias dezenas de quilómetros que de ambos os lados percorre a raia entre Portugal e Espanha exibe, desde época que não se pôde precisar com exactidão, um traço comum – reúne parte considerável das regiões económica e socialmente mais deprimidas, de que o Alentejo e a Extremadura espanhola constituem exemplos significativos, de dois dos estados menos desenvolvidos da Europa ocidental.O estudo que apresentamos mostra, contudo, que o subdesenvolvimento das regiões fronteiriças não foi fenómeno generalizado no espaço e no tempo. O crescimento populacional e urbano, o dinamismo económico, social e cultural detectados, ao longo do século XVI e primeiras quatro décadas do século seguinte, em Campo Maior, Elvas e Olivença contrariam as tão propaladas visões depreciativas sobre a região e as suas gentes.
Sinopse
A faixa territorial de várias dezenas de quilómetros que de ambos os lados percorre a raia entre Portugal e Espanha exibe, desde época que não se pôde precisar com exactidão, um traço comum – reúne parte considerável das regiões económica e socialmente mais deprimidas, de que o Alentejo e a Extremadura espanhola constituem exemplos significativos, de dois dos estados menos desenvolvidos da Europa ocidental.O estudo que apresentamos mostra, contudo, que o subdesenvolvimento das regiões fronteiriças não foi fenómeno generalizado no espaço e no tempo. O crescimento populacional e urbano, o dinamismo económico, social e cultural detectados, ao longo do século XVI e primeiras quatro décadas do século seguinte, em Campo Maior, Elvas e Olivença contrariam as tão propaladas visões depreciativas sobre a região e as suas gentes.Ficha Técnica
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