Trata-se do primeiro dos tratados que compõem o Organon, sendo os outros De Interpretatione, Analíticos Anteriores, Analíticos Posteriores e Tópicos e é tradicionalmente considerada a obra pela qual deve começar o estudo da filosofia de Aristóteles.O objecto da obra é aquilo que existe e não as palavras ou expressões. Aristóteles elabora uma classificação dos tipos de coisas que existem, agrupando-as em espécies e estas, por sua vez em géneros até chegar à determinação dos géneros, supremos irredutíveis entre si - as dez categorias - para, de seguida, analisar as suas propriedades e possíveis relações.A obra está dividida em quinze capítulos, os nove primeiros possuem uma unidade - os três primeiros apresentam noções que irão ser essenciais no desenvolvimento posterior da obra, o quarto apresenta a lista das categorias e os quatro seguintes tratam, respectivamente, das categorias substância, quantidade, relação, qualidade - os seis últimos, em vez de estudarem as restantes categorias, constituem uma espécie de apêndice, pelo que foram denominados «pós-predicamentos».Trata-se de uma obra onde se interligam problemáticas do domínio da Lógica, da Gnoseologia da Filosofia da Linguagem e sobretudo da Ontologia, o que a torna uma obra metafísica.Tradução, introdução e comentários de Ricardo dos Santos.
Sinopse
Trata-se do primeiro dos tratados que compõem o Organon, sendo os outros De Interpretatione, Analíticos Anteriores, Analíticos Posteriores e Tópicos e é tradicionalmente considerada a obra pela qual deve começar o estudo da filosofia de Aristóteles.O objecto da obra é aquilo que existe e não as palavras ou expressões. Aristóteles elabora uma classificação dos tipos de coisas que existem, agrupando-as em espécies e estas, por sua vez em géneros até chegar à determinação dos géneros, supremos irredutíveis entre si - as dez categorias - para, de seguida, analisar as suas propriedades e possíveis relações.A obra está dividida em quinze capítulos, os nove primeiros possuem uma unidade - os três primeiros apresentam noções que irão ser essenciais no desenvolvimento posterior da obra, o quarto apresenta a lista das categorias e os quatro seguintes tratam, respectivamente, das categorias substância, quantidade, relação, qualidade - os seis últimos, em vez de estudarem as restantes categorias, constituem uma espécie de apêndice, pelo que foram denominados «pós-predicamentos».Trata-se de uma obra onde se interligam problemáticas do domínio da Lógica, da Gnoseologia da Filosofia da Linguagem e sobretudo da Ontologia, o que a torna uma obra metafísica.Tradução, introdução e comentários de Ricardo dos Santos.Ficha Técnica
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