"Associando as faculdades que definem o poder reflexivo do sujeito à experiência de desejo metafísico enquanto ""fome de invisível"" desperta, de forma privilegiada, na relação interpessoal, interpela-se aqui a racionalidade pedagógica, a partir de uma exigência ética alicerçada no acolhimento da alteridade do tempo. A educação, surge neste sentido como uma prática antropológica fundamental, destinada a potenciar a singularidade das trajectórias pessoais, no quadro de uma cidadania solidária, protagonizada por sujeitos de responsabilidade, hospitalidade e bondade."
Sinopse
"Associando as faculdades que definem o poder reflexivo do sujeito à experiência de desejo metafísico enquanto ""fome de invisível"" desperta, de forma privilegiada, na relação interpessoal, interpela-se aqui a racionalidade pedagógica, a partir de uma exigência ética alicerçada no acolhimento da alteridade do tempo. A educação, surge neste sentido como uma prática antropológica fundamental, destinada a potenciar a singularidade das trajectórias pessoais, no quadro de uma cidadania solidária, protagonizada por sujeitos de responsabilidade, hospitalidade e bondade."Ficha Técnica
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