A água pura, diziam os antigos, bebe-se pelo coração. É essa remota água que o novo Breviário de Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder procura redescobrir nas palavras, através da palavra. Com paciência de vedor, foram ao Gerês, escreveram o Douro, passearam à chuva, encetaram viagem na seiva da magnólia, e, por fim, repousaram junto de águas sonâmbulas. Entra, agora, no livro: é uma ilha, cercada por sílabas molhadas. A água pura, não esqueças, bebe-se pelo coração.
Sinopse
A água pura, diziam os antigos, bebe-se pelo coração. É essa remota água que o novo Breviário de Francisco Duarte Mangas e João Pedro Mésseder procura redescobrir nas palavras, através da palavra. Com paciência de vedor, foram ao Gerês, escreveram o Douro, passearam à chuva, encetaram viagem na seiva da magnólia, e, por fim, repousaram junto de águas sonâmbulas. Entra, agora, no livro: é uma ilha, cercada por sílabas molhadas. A água pura, não esqueças, bebe-se pelo coração.Ficha Técnica
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