A geração IÉ-IÉ tinha estilo, grande
auto-estima, era muito vulnerável ao apelo de ideias novas,
revolucionárias até, e, claro, muito sensível e atraída pela liberdade
de escolha e de expressão. Lembro-me do cheiro do vinil, do Valentim de
Carvalho, das capas dos EP e LP, do Salut Les Copains,
do desespero que vivi quando o meu primeiro 78 rotações do Bill Halley,
que ainda cheguei a ouvir numa reles grafonola, se partiu em cacos. Das
festas e reuniões, dos namoros, da animação e do divertimento
espontâneo e saudável, tudo isso com a «nossa» música como pano de fundo
e elemento aglutinador. [Luís de Freitas Branco]
Sinopse
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