O romance mais sensacional da década de 20, Babbitt, veio abalar uma certa imagem idealizada do american way of life. Paradigma do burguês médio americano, interessado essencialmente em lucros, Babbitt é infeliz e não compreende porque razão se sente frustrado apesar de bem sucedido no seu negócio de venda de imóveis – onde comete algumas desonestidades de concluio com as autoridades municipais – e de ter uma família razoavelmente exemplar. O romance descreve-nos a vida numa próspera cidade americana do interior, com os seus clubes exclusivos, as suas intrigas e as suas igrejas concorrentes que funcionam como empresas comerciais, promovendo e vendendo a salvação das almas. Em A Writer’s Notebook, W. Somerset Maugham diz que uma das ilusões dos norte-americanos é que no país não existe “consciência de classe”. Babbitt desmente categoricamente essa ilusão e mostra-nos como o bom cidadão da classe média pode ser implacável quando sente qualquer ameaça ao seu bem-estar. Rapidamente traduzido em muitas línguas, nunca um livro foi tão falado como Babbitt que, mais de oitenta anos depois da sua publicação, em 1922, conserva intacto todo o seu interesse e continua a ser um retrato válido de uma sociedade que renegou os valores espirituais do próprio mundo que a criou.
Sinopse
O romance mais sensacional da década de 20, Babbitt, veio abalar uma certa imagem idealizada do american way of life. Paradigma do burguês médio americano, interessado essencialmente em lucros, Babbitt é infeliz e não compreende porque razão se sente frustrado apesar de bem sucedido no seu negócio de venda de imóveis – onde comete algumas desonestidades de concluio com as autoridades municipais – e de ter uma família razoavelmente exemplar. O romance descreve-nos a vida numa próspera cidade americana do interior, com os seus clubes exclusivos, as suas intrigas e as suas igrejas concorrentes que funcionam como empresas comerciais, promovendo e vendendo a salvação das almas. Em A Writer’s Notebook, W. Somerset Maugham diz que uma das ilusões dos norte-americanos é que no país não existe “consciência de classe”. Babbitt desmente categoricamente essa ilusão e mostra-nos como o bom cidadão da classe média pode ser implacável quando sente qualquer ameaça ao seu bem-estar. Rapidamente traduzido em muitas línguas, nunca um livro foi tão falado como Babbitt que, mais de oitenta anos depois da sua publicação, em 1922, conserva intacto todo o seu interesse e continua a ser um retrato válido de uma sociedade que renegou os valores espirituais do próprio mundo que a criou.Ficha Técnica
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