"""Reparei que, quando passava as mãos sobre a sua superfície brilhante e fresca, a frescura da parede era como a frescura das maçãs. As coisas que se descobrem na infância duram a vida toda. São coisas importantes. Gosto de maçãs e gosto de azulejos. Em minha opinião, acho que são coisas do princípio do mundo. Este livro trata de azulejos e merece uma atenção especial. É um livro de consulta. Aqui se fala, também, dos que concretizam a tal analogia entre os azulejos e as maçãs"", diz Maria Keil no Prefácio a esta obra. Teresa Saporiti é licenciada em Artes Plásticas - Pintura, pela ESBAL. De 1982 a 1986 colaborou no inventário dos Azulejos de Lisboa para o Arquivo de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian - Centro de Documentação e Pesquisa. "
Sinopse
"""Reparei que, quando passava as mãos sobre a sua superfície brilhante e fresca, a frescura da parede era como a frescura das maçãs. As coisas que se descobrem na infância duram a vida toda. São coisas importantes. Gosto de maçãs e gosto de azulejos. Em minha opinião, acho que são coisas do princípio do mundo. Este livro trata de azulejos e merece uma atenção especial. É um livro de consulta. Aqui se fala, também, dos que concretizam a tal analogia entre os azulejos e as maçãs"", diz Maria Keil no Prefácio a esta obra. Teresa Saporiti é licenciada em Artes Plásticas - Pintura, pela ESBAL. De 1982 a 1986 colaborou no inventário dos Azulejos de Lisboa para o Arquivo de Arte da Fundação Calouste Gulbenkian - Centro de Documentação e Pesquisa. "Ficha Técnica
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