A parte teórica pretende fundamentar o que se desenvolve na parte prática. É constituída por 4 capítulos, correspondendo a cada um uma temática relacionada com: 1) a relevância do ensino das ciências para a cidadania, 2) a evolução do ensino das ciências em alguns países, nomeadamente em Portugal, 3) os conceitos de competência propostos ao longo da história recente da educação, 4) o que se entende por avaliação. Este trabalho não pretende rever exaustivamente os conceitos e temáticas abordados, apresentando apenas os aspectos mais relevantes para a compreensão da avaliação de competências em ciências. (da introdução) A parte prática é constituída por 7 capítulos, correspondendo cada um ao desenvolvimento de uma situação de aprendizagem específica, desde a sua contextualização à avaliação. Tentámos diversificar formatos e instrumentos, de modo a permitir aos professores adaptarem aqueles que considerarem mais adequados à avaliação de determinada situação. Procurámos justificar todas as opções tomadas, de modo a evitarmos a identificação das estratégias de avaliação apresentadas com um conjunto de receitas passíveis de utilização sem qualquer alteração e recontextualização. (da introdução, teoria)
Sinopse
A parte teórica pretende fundamentar o que se desenvolve na parte prática. É constituída por 4 capítulos, correspondendo a cada um uma temática relacionada com: 1) a relevância do ensino das ciências para a cidadania, 2) a evolução do ensino das ciências em alguns países, nomeadamente em Portugal, 3) os conceitos de competência propostos ao longo da história recente da educação, 4) o que se entende por avaliação. Este trabalho não pretende rever exaustivamente os conceitos e temáticas abordados, apresentando apenas os aspectos mais relevantes para a compreensão da avaliação de competências em ciências. (da introdução) A parte prática é constituída por 7 capítulos, correspondendo cada um ao desenvolvimento de uma situação de aprendizagem específica, desde a sua contextualização à avaliação. Tentámos diversificar formatos e instrumentos, de modo a permitir aos professores adaptarem aqueles que considerarem mais adequados à avaliação de determinada situação. Procurámos justificar todas as opções tomadas, de modo a evitarmos a identificação das estratégias de avaliação apresentadas com um conjunto de receitas passíveis de utilização sem qualquer alteração e recontextualização. (da introdução, teoria)Ficha Técnica
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