ITodos os materiais servem ao poeta:o som de um tambor,a angústia de uma mulher nua, a lembrança de uma utopia. A vida deposita, diariamente, no altar profano da poesia, a sua dádiva generosa: estrelas e detritos. E tudo a poesia sacrifica. IIPara amar um poema, é preciso ter coração esangue nas veias. E que o poema seja uma caríciaou um soco na boca do estômago.
Sinopse
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